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Agentes de Onipotência

by Evangeslista Reinhard Bonnke / CfaN Latin America / Estudos Bíblicos
Bonnke e Kolenda

Jesus não produziu pão do nada. Ele começou com uma pequena quantidade, provida por um menino.

Pare para pensar um pouco – cinco mil homens, mais mulheres e crianças tinham seguido a Jesus. Ninguém além daquele pequeno rapaz trouxe algo para comer?

Milhares se alimentaram do lanche de um mocinho! O maior milagre de Cristo sobre a natureza. Um espetáculo divino com uma dinâmica mensagem de esperança para nós.

Cristo pegou dois pescados e cinco pães e satisfez a fome de mais de cinco mil homens e um desconhecido número de mulheres e crianças. Deixando de lado o ministério de cura de Jesus, este foi indubitavelmente seu maior e mais tremendo milagre e também tão importante que foi descrito em todos os quatro Evangelhos. Precisamos entender porque Jesus fez uma maravilha tão estonteante. Esta suprema exposição de onipotência divina tem muitas facetas deslumbrantes, algumas das quais estão sendo examinadas aqui.

Quando Jesus viu as multidões se juntando, Ele perguntou a Felipe: “Onde vamos comprar pão para este povo comer?” (João 6:5). Felipe era somente um homem comum, um seguidor de Jesus. Ser questionado sobre isto pelo próprio Mestre colocou o homem em uma difícil posição.

Como Felipe era daquela região, ele provavelmente sabia o caminho para um número de padarias. O que o perturbou não foi onde ele poderia comprar o pão, mas com o que eles iriam comprar o pão. Sua resposta foi sobre dinheiro. O salário de oito meses não seria suficiente para comprar comida para tamanha multidão, disse ele. Nem mesmo dez vezes mais daquela quantia bastaria. Talvez o equivalente ao salário de oito meses era tudo que Jesus e seus discípulos tinham no cofrinho.

Na verdade, Jesus estava testando Felipe pois Ele “já tinha em mente o que iria fazer”(João.6:6). Será que Felipe não percebeu aquela pequena palavra “nós”? A pergunta de Jesus era “Onde NÓS vamos comprar pão…? – e não “Onde VOCÊ vai comprar pão?” Ele não esperava que Felipe fizesse tudo sozinho; ele compartilhou o problema e as responsabilidades que o acompanhavam. Para todos nós que servimos ao Senhor, aquela palavra “nós” deveria ser escrita em letras grandes em nosso quadro de avisos mental como base para tudo que empreendermos.

Jesus disse, “Sem Mim nada podeis fazer” (João. 15:5). Isto é um aviso? A intenção foi de deixar-nos ansiosos? Devemos lutar em oração por horas a fio para estarmos seguros de que Ele está conosco? Certamente se não podemos fazer nada sem ele, ele se certificará de que não tenhamos que agüentar por conta própria. Seu trabalho e Sua glória são importantes demais para depender se sentimos ou não a Sua presença. Ele nunca se afastaria e cruzaria os braços enquanto lutamos com uma tarefa além das nossas habilidades, ou imploramos e pleiteamos por Sua ajuda, sempre esperançosos mas nunca seguros. Sua promessa é “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos”. (Mateus 28:20) Qualquer que seja a carga que tenhamos que carregar, Ele dividirá a carga com a gente. Ele é um companheiro de trabalho leal – um diretor geral que não se exclui quando é necessário colocar a mão na massa. Isto ficou poderosamente evidente na história da multiplicação dos pães, como veremos a seguir.

Onipotência necessita de mão de obra
Jesus não produziu pão do nada. Ele começou com uma pequena quantidade, provida por um menino. Assim fica um conto com uns cem significados. Pare para pensar um pouco – cinco mil homens, mais mulheres e crianças tinham seguido a Jesus. Ninguém além daquele pequeno rapaz trouxe algo para comer? Seguramente alguns outros eram do tipo que prestam atenção a estas questões práticas. No entanto, os discípulos somente encontraram um menino que lhes desse algo. Aquele menino tornou possível o maior milagre sobre a natureza desde a criação, gozando de um privilégio exclusivo e que não se repetiria. Que história e tanto ele teria para contar pelo resto de sua vida!

Se outras pessoas haviam trazido alguma coisa para comer, eles ficaram calados a respeito. Imagine então como eles se sentiram, quando os discípulos lhes deram pão e peixe da merenda do garoto. Jesus poderia ter usado seus sanduíches, mas eles deixaram a oportunidade passar – não somente a oportunidade de suas vidas, mas de todos os tempos.

Pessoas generosas nunca passam necessidade. Deus não escreve cheques ou joga dinheiro pelas janelas do céu. Ele já colocou tudo que nós precisamos aqui nesta terra e nos deu a habilidade de adquirir riqueza. Deus depende de nós para Seu plano e propósito. Ele dá a fim de que possamos dar, demonstrando a nossa credibilidade para realizar Sua vontade e propósito. Devemos ser agentes provedores. Necessidades físicas ou materiais somente podem ser supridas através de nós. Em outras palavras, o Seu plano é para que cooperemos com Ele, com Seu cuidado provedor. Se nós, assim como o garoto da Galiléia, somente temos pouco para dar, não precisamos nos preocupar: o Senhor pode fazer muito com o pouco. O Senhor pode fazer o que nunca poderíamos com o que nós damos.

Onipotência demanda ação humana
Jesus podia multiplicar pães e peixes, mas somente nas mãos dos Seus discípulos. Podemos imaginar esta cena? Jesus tomou os cinco pães de cevada e deu graças. Não havia absolutamente nada de extraordinário nisto; Jesus usou a fórmula Judaica normal. Ao invés de pronunciar algum tipo de bênção sobre os pães de cevada, Jesus agradeceu a Deus pelo que sabia ser a provisão para uma multidão.

Enquanto isso Jesus tinha tudo organizado. Primeiro todo mundo deveria se sentar em grupos de mais ou menos cinqüenta pessoas. Isto significava que quando a comida fosse servida, não haveria fila, aglomeração ou pessoas empurrando, com mulheres e crianças sendo acotoveladas para fora do caminho. Jesus faz milagres, mas há calma e raciocínio sem pressa por trás de tudo. Não há necessidade de nenhum projeto de fé demonstrar confusão.

Agora, simplesmente olhe o que aconteceu a seguir! Jesus não fez uma enorme pilha de pão e peixe para que as pessoas pudessem se servir. Ele tinha somente cinco pães e dois peixes pequenos em suas mãos. Ele partiu os pães, deu um pedaço ou dois para cada um dos doze discípulos, e falou para que fossem até os grupos de pessoas sentadas na grama. Perceba que Jesus não multiplicou a comida e então deu a cada um dos discípulos o suficiente para cinqüenta pessoas comerem. Ele deu aos discípulos um ou dois pedaços e não cestos cheios.

Assim como os outros, Pedro recebeu um bocado de alimento. Ele olhou para a comida e para as cinqüenta pessoas a dez passos de distância. Ele balançou a sua cabeça confuso e desanimado. Será que Jesus queria mesmo que ele compartilhasse um bocado de pão com cinqüenta pessoas? Ele deu um passo e parou, pensando que aquilo era ridículo demais até mesmo para começar. Ele olhou para trás e viu que Jesus estava sorrindo, confiante e cheio de certeza. Pedro olhou de relance para os pedaços de comida em suas mãos e depois para Jesus, fazendo isso várias vezes. Então repentinamente ele captou a intenção de Jesus; era como se o Mestre estivesse dizendo: “Vá! Vá! Vá!” O primeiro grupo estava somente a dez passos de distância, mas aqueles passos precisavam de fé. À medida que Pedro olhou para Jesus a fé o inundou. Este é o segredo para fazer o impossível: “Olhando para Jesus, o autor e consumador da fé” (Hebreus 12:2).

Muitos têm sido chamados e enviados, mas eles olham para seus meros recursos e limitadas habilidades e nunca dão os dez passos da fé. Com o pouco que eles têm como isto poderia ser alguma coisa além de uma luta perdida? Então eles optam por uma vida rotineira e se esquecem de olhar para Jesus. À medida que cada discípulo no Mar da Galiléia olhou para seu Mestre e deram passos para fazer o que parecia ser tolo e impossível, o milagre começou a surgir. Esse é o propósito do Cristianismo – manter os seus olhos em Jesus.

Milhares foram alimentados de uma caixa de lanche de um menino! O maior milagre de Cristo sobre a natureza.Um espetáculo divino com uma mensagem dinâmica de esperança para todos nós.

Pouco tempo depois dessa incomparável maravilha da multiplicação dos pães, Jesus ouviu seus discípulos falando e quase não pode crer no que ouvia; tamanha era a decepção. “Tendo olhos, não vedes? e tendo ouvidos, não ouvis? ” ele perguntou. “Quando parti os cinco pães para os cinco mil, quantos cestos cheios de pedaços levantastes? “… Não entendeis ainda?” (Marcos 8:18-21).O que eles deveriam ter visto?

Os discípulos tinham perdido alguma coisa de vital importância sobre o incidente, mas ele lhes deu uma outra oportunidade.Ele lhes perguntou: “Quem dizeis que Eu sou?” (Mateus 16:15; Marcos 8:29).Era isto que o grande milagre no Mar da Galiléia deveria tê-los ensinado. No Velho Testamento Deus Se revelou pelos Seus poderosos feitos, não por visões e místicas revelações como relatado por fundadores de outras religiões. Nem saiu Jesus por ai informando a todos: “Eu sou o Filho de Deus”. Ele simplesmente prosseguiu com o que Ele havia vindo fazer. Ele foi caminhando e libertando todos os oprimidos pelo diabo e aquilo falava tudo, como também quando multiplicou os pães. “…crede ao menos por causa das mesmas obras”, disse ele (João. 14:11).

Ele queria que as pessoas O reconhecessem por causa delas mesmas e não por causa dele. Quando isso acontecia, Ele se alegrava. Pedro viu isto e falou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. E a resposta de Jesus foi, “Bem-aventurado és tu” (Mateus 16:16-17). A maior experiência na terra é conhecer a Jesus e perceber simplesmente quem Ele é, o Salvador da humanidade. Em outra ocasião “exultou Jesus no Espírito Santo”, e disse: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos” (Lucas 10:21).Isto deixa claro que você não precisa ser um gênio para reconhecer a verdade.O fim e o propósito da vida é que conheceremos a Jesus e O veremos assim como Ele é.Conhecê-Lo é vida eterna.

Onipotência nunca muda
Este milagre contém um segredo maravilhoso.Algo similar a isso havia acontecido em menor escala 800 anos antes.Em II Reis 4:42-44 lemos sobre um homem que trouxe a Eliseu vinte pães cevados.O profeta disse: “Dá ao povo para que coma”. O servo de Eliseu ficou surpreso. Como poderia ele dar vinte pães cevados para cem pessoas? Mas Eliseu lhe falou: “Comerão e sobejará”. Então o homem partiu o pão e o distribuiu – e seguramente, todo mundo foi bem alimentado e ainda sobrou algum.

Esse foi um exemplo em menor escala do que Jesus fez no Mar da Galiléia. Ele duplicou o que o Senhor de Eliseu fez, até mesmo em detalhes. Se olharmos bem as duas histórias, veremos que nas duas ocasiões os pães foram feitos de cevada; eles foram contados e considerados insuficientes; não obstante a instrução foi de dar algo para o povo comer; o pão foi colocado diante da multidão e houve alimento sobrando depois que todos comeram e se satisfizeram. O paralelo entre os dois milagres é claro.

Senhor Deus de Eliseu, o Criador, estava repetindo Seu poderoso trabalho na multiplicação dos pães de um profeta, mas Ele diretamente, através de Jesus Cristo, o filho do Deus vivo.

Próprio Jesus fazendo a mesma coisa em sua própria autoridade, dando a mesma ordem como o Senhor Deus de Eliseu. O primeiro milagre revelou Deus; o segundo revelou o Filho de Deus.

Jesus disse, “Eu sou o bom pastor” (Jo. 10:11). Os Evangelhos nos contam que ele tinha compaixão das multidões que vinham para vê-Lo, vendo-os como ovelhas sem pastor. A vida era terrivelmente dura para aquele povo. Muitos eram miseravelmente pobres. O coração de Jesus se moveu, com pena, quando olhou para os pais usados em trabalho duro, seus rostos magros de preocupação sobre como eles poderiam alimentar suas famílias, e as mães com crianças doentes, chorando agarradas às suas saias, enquanto senhores e governadores viviam confortavelmente e luxuosamente…graças aos trabalhos desses camponeses oprimidos. As massas não tinham nenhum campeão, nenhum líder, e ninguém para cuidar deles. Quando Jesus os alimentou eles tentaram fazê-lo seu rei à força. Isto era incompreensível.

Deus foi chamado o “Pastor de Israel” (Sl. 80:1). Nos dias de Moisés, o Senhor Deus dirigiu Israel para fora do Egito como um rebanho no deserto. Ele os alimentou e deu água por todo o caminho. Suas promessas foram vinho, mel e leite. Mais tarde, ambos Eliseu e Elias viram milagres de provisão mesmo em tempos de fome e seca. Samaria estava morrendo de fome, mas por profética intervenção dentro de vinte e quatro horas havia para sobrar. Deus capacitou o povo a prosperar quando eles confiaram nele e O seguiram.

Lembre dessa saga tremenda, o Êxodo poderoso, o cuidado, a provisão, a direção e proteção, as bênçãos de Deus nas tribos de Jacó até que se tornaram uma poderosa nação. Jesus recapitulou a vasta extensão das responsabilidades de Deus, por mais de mil anos da história, por um estupendo milagre ao alimentar a multidão. O mesmo Deus continuava agindo, cuidando, provendo, continuava ativo pelo seu povo. O milagre que Eliseu realizou falou tudo, mas em um limitado cenário. Agora Jesus fala isto de maneira amplificada cinqüenta vezes, para que o mundo possa se lembrar para sempre. “O Senhor é o meu Pastor, nada me faltará” (Sl. 23:1).

Onipotência trabalha para nós
Os Evangelhos nos contam que Jesus e Seus discípulos eram tão requisitados que eles não tinham tempo nem mesmo para comer. O plano de Jesus era que eles fossem a algum lugar para descansar, mas as ávidas multidões tornaram isto impossível. Jesus não os mandou embora, mas com o passar das horas os discípulos pediram a Jesus para despedir as pessoas, para que eles pudessem procurar algo para comer. E aquela foi a dica para um milagre. Apesar de os discípulos precisarem de comida para eles mesmos, Jesus lhes disse que alimentassem o povo primeiro. Isto é típico de Jesus! A recompensa? Doze cestos cheios de comida que sobrou, um cesto para cada homem. Você nunca tem fome com Jesus.

Aquele grande dia foi somente um dentre os três anos durante os quais Cristo andou na terra com uma completa armadura de cavaleiro de imensurável poder e compaixão. Que anos foram aqueles! Multidões enfermas voltaram para casa chorando de alegria por sua saúde restaurada. Endemoniados, dilacerados e guiados por forças invisíveis, voltaram para casa compostos e sãos. Amados que haviam sido considerados mortos sentavam-se vivos e sentindo-se bem, com suas famílias. Diante dos olhos de multidões antes jamais vistas em Israel, ele executou atos criativos de provisão. Suas palavras confundiram Seus mais brilhantes inimigos e Sua sabedoria se tornou um legado incomparável para todos os tempos.

Ninguém pediu que Ele fizesse nada disto. Ele o fez espontaneamente, por sua própria vontade. Não se confunda – Ele é por nós e não contra nós. Que Deus maravilhoso que se levantou por nós, nosso Advogado e nosso Pastor, lutando a nosso favor e tomando nossa causa! “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo…” (II Coríntians 5:19). Ele iria a qualquer distância por seus filhos – e ainda irá.

Onipotência e completa humildade
O homem que acabou de ser descrito foi aquele que um dia carregou uma rude cruz de madeira pelas ruas de Jerusalém e aceitou a forma de morte mais horrorosa. Aquele que se revelou como o Criador, se humilhou submetendo-se à morte pela crucificação – destino reservado a criminosos comuns. Enquanto Ele estava pendurado ferido na cruz, o pão que ele havia partido na Galiléia tornou-se um símbolo de Si mesmo. Ele se deu, o Pão do Céu, sem discriminação a Judeus ou Gentios, cidadãos obedientes à lei e criminosos, príncipes e miseráveis. Por que? Que explicação pode haver para tal inesquecível altruísmo?

A cruz pareceu juntar todas as forças negativas que deprimem a raça humana. Mas, isto não foi uma derrota; foi onipotência em ação, onipotência transformando cada negativo em positivo e um ato supremo com resultado supremo. Cristo chorou com os que choram, tornou-se desamparado para com o desamparado, indesejável para o indesejável, imundo pelo imundo; ele encarou a morte pelo moribundo, e o horror pelo horrorizado. Ele sofreu injustiça por todos os que estavam opressos, e Ele entregou Sua reputação para todas as coisas nulas deste mundo. Além de todos os milagres, a morte de Cristo na Cruz do Calvário foi um ato de tamanha grandeza, que o mundo nunca será capaz de compreender.

…Esse poderoso feito torna-se nosso legado, transferido pelo Espírito Santo para a nossa conta. Tudo que Jesus fez é traduzido na nossa experiência. Nós não estávamos com o menino e os discípulos na Galiléia e não poderíamos dar os dez passos para alimentar a multidão faminta. Mas podemos dar um passo até o Calvário e, como aqueles discípulos há muito tempo atrás, fazermos parte da onipotência, vida imortal e o poder do Espírito Santo. A Cruz é o ponto na terra onde Deus se encontra com o homem.

Um dia em um canto de Israel os famintos foram alimentados, e os discípulos de Jesus vislumbraram a suficiência celestial. Mas a Cruz vai de encontro a cada necessidade do homem. Pela fé em Jesus Cristo nós herdamos tudo que seu ato poderoso incluia, cada bênção e beneficio para esta vida e a vindoura, transferida a nós pelo Espírito Santo. Na Palavra de Deus, na Galiléia, e na Cruz, nós vemos quem Jesus realmente é, e somos inspirados pela visão daquilo que podemos ser.

Levantem-se, ó homens e mulheres de Deus, e se lancem em fé!

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